VPN ainda é suficiente para proteger o acesso da sua empresa?

VPN SASE

Nos últimos anos, a rotina corporativa passou por uma transformação acelerada e sem precedentes. O modelo tradicional de trabalho presencial, em que todos os colaboradores operavam sob a proteção direta da infraestrutura física da empresa, cedeu espaço definitivo ao trabalho remoto e híbrido. A evolução do trabalho redefiniu a forma como lidamos com os dados corporativos: informações antes centralizadas em servidores locais (on-premises) agora estão distribuídas em múltiplas plataformas SaaS, nuvens públicas e ambientes de dados descentralizados.

Com essa mobilidade, o modelo tradicional de segurança da informação mudou de maneira drástica. Antigamente, a proteção da TI baseava-se na metáfora do “castelo e fosso”: criava-se um perímetro rígido ao redor do escritório e presumia-se que tudo dentro da rede era confiável, enquanto o ambiente externo era visto como ameaça. No entanto, com colaboradores acessando sistemas estratégicos a partir de diferentes redes domésticas, cafés e aeroportos, a ideia de um perímetro fixo deixou de existir.

É exatamente nesse novo cenário que surge a reflexão estratégica: a VPN ainda é suficiente para proteger o acesso da sua empresa?

A VPN (Virtual Private Network) desempenhou um papel vital ao longo de décadas e ainda faz sentido para atender conexões pontuais e demandas específicas de infraestrutura. Ela cumpre o seu papel primário de criar um túnel criptografado para o tráfego de dados entre o dispositivo do usuário e a rede corporativa. Contudo, ao analisar as necessidades atuais de cibersegurança, percebe-se que apenas criptografar a conexão já não basta.

O grande desafio da VPN no cenário moderno reside no fato de que ela concede acesso amplo à rede após a autenticação inicial, sem monitorar continuamente o contexto da sessão ou o comportamento do usuário. Para líderes de tecnologia e executivos focados na continuidade do negócio, compreender que a VPN possui limites estruturais é o primeiro passo para evoluir a maturidade digital da organização sem comprometer a produtividade nem a segurança.

O que é VPN e por que ela se tornou tão utilizada pelas empresas?

A Virtual Private Network (VPN), ou Rede Privada Virtual, é uma tecnologia desenvolvida para criar uma conexão segura e criptografada entre o dispositivo do usuário e uma rede privada, como a infraestrutura de TI de uma empresa, utilizando a internet pública como meio de transporte. Na prática, a VPN funciona como um “túnel digital” protegido: os dados que trafegam por ela são codificados, impedindo que terceiros ou cibercriminosos interceptem informações confidenciais durante o trajeto.

Para a rotina corporativa, o funcionamento da VPN baseia-se na autenticação do usuário e na atribuição de um IP interno da organização ao dispositivo remoto. Uma vez estabelecida a conexão, o computador do colaborador passa a agir como se estivesse fisicamente conectado à rede local da matriz.

Historicamente, essa solução conquistou o ambiente empresarial por oferecer uma resposta simples e eficiente ao crescimento da descentralização operacional. Entre suas principais aplicações e benefícios estratégicos, destacam-se:

  • Acesso remoto seguro: Permite que funcionários acessem servidores locais, arquivos e sistemas internos a partir de qualquer localidade;
  • Proteção de tráfego: Criptografa comunicações em redes Wi-Fi públicas ou não confiáveis;
  • Interconexão de filiais: Conecta escritórios geograficamente distantes à sede de forma direta e unificada.

Por muito tempo, essa abordagem supriu perfeitamente os requisitos das equipes de TI. No entanto, à medida que a transformação digital avançou, a VPN começou a apresentar limitações estruturais significativas. O modelo foi concebido para uma era em que a maioria das aplicações residia dentro do data center da própria empresa e a maior parte dos colaboradores trabalhava presencialmente.

Quando o fluxo de acessos externos explodiu e os recursos migraram para a nuvem, o tráfego precisou fazer desvios desnecessários (hairpinning) para ser inspecionado na rede central antes de ir para a internet. Esse gargalo gera latência, compromete a experiência do usuário e sobrecarrega a infraestrutura, além de conceder acesso total à rede para o dispositivo conectado, abrindo brechas graves de segurança no cenário atual.

Quais são as limitações de uma VPN no cenário atual de cibersegurança?

Apesar de ter sido indispensável por anos, a arquitetura tradicional da VPN encontra barreiras severas ao tentar responder aos desafios impostos pela cibersegurança moderna. O primeiro grande problema está na dependência do perímetro tradicional de segurança. A VPN foi desenhada com base na premissa de que a rede interna é um ambiente totalmente seguro. No entanto, o perímetro moderno se tornou líquido e distribuído, tornando obsoleta a ideia de defender apenas a “borda” da infraestrutura.

Essa premissa de confiança implícita gera um risco ainda maior: o acesso amplo demais aos ambientes corporativos. Uma vez autenticado no túnel da VPN, o usuário, ou um cibercriminoso munido de credenciais roubadas, ganha visibilidade e alcance para navegar livremente por múltiplos sistemas locais. A ausência de segmentação granular facilita a movimentação lateral dentro da rede, permitindo que o comprometimento de um único dispositivo remoto resulte na infecção de toda a infraestrutura corporativa.

No que tange ao desempenho e à experiência do usuário, a VPN frequentemente cria gargalos operacionais. Para garantir a inspeção de segurança, todo o tráfego dos colaboradores remotos precisa ser redirecionado para o data center central antes de seguir para a internet ou aplicações SaaS. Esse trajeto indireto gera alta latência, causa lentidão generalizada no acesso, consome largura de banda preciosa e impacta negativamente a produtividade diária das equipes.

Além disso, a escalabilidade para equipes remotas e ambientes distribuídos revela-se extremamente cara e complexa. Ampliar a capacidade de suporte a milhares de conexões simultâneas exige investimentos pesados em licenças adicionais e hardware dedicado (appliances).

Por fim, a complexidade de gerenciamento impõe uma carga de trabalho desproporcional aos times de TI. Administrar atualizações constantes, corrigir vulnerabilidades recorrentes na própria tecnologia de VPN e gerenciar políticas de segurança isoladas para múltiplos pontos de acesso torna a infraestrutura vulnerável a erros de configuração, uma das principais portas de entrada para ataques no cenário corporativo atual.

O problema não me parece ser apenas a VPN: é a mudança no ambiente corporativo

Atribuir todas as falhas de segurança e gargalos operacionais exclusivamente à VPN é uma análise incompleta. A VPN continua executando exatamente a função para a qual foi projetada anos atrás: criar um túnel criptografado ponto a ponto. O verdadeiro impasse é que o ambiente de negócios mudou drasticamente, enquanto os modelos de proteção permaneceram estáticos.

A transformação digital acelerada impulsionou a migração maciça de aplicações para a nuvem. Ferramentas essenciais do dia a dia, como ERPs, CRMs e suítes de produtividade, deixaram de residir no data center local e passaram a operar no modelo SaaS (Software as a Service) ou em nuvens públicas (AWS, Azure, Google Cloud). Redirecionar todo esse tráfego voltado para a nuvem de volta à sede física da empresa, apenas para passar pela inspeção do firewall e da VPN, tornou-se uma estratégia ineficiente e ultrapassada.

Paralelamente, a consolidação do trabalho remoto e híbrido alterou a dinâmica das equipes. Hoje, colaboradores produzem de diferentes cidades, fusos horários e conexões de internet, utilizando variados tipos de dispositivos.

Dessa forma, usuários, dispositivos e dados estão definitivamente fora do perímetro tradicional. O antigo “muro” da empresa ruiu, e tentar mantê-lo traz prejuízos operacionais. Dispositivos pessoais ou corporativos acessando a internet diretamente criam pontos cegos que as arquiteturas de segurança antigas não conseguem monitorar com eficácia.

É por essa razão que surge a necessidade de uma segurança mais próxima do usuário e da aplicação. Em vez de forçar o tráfego do usuário a ir até a segurança onde quer que ela esteja hospedada, a proteção moderna precisa acompanhar o usuário de forma contínua, inspecionando o acesso em tempo real, no exato momento e local em que a conexão acontece.

O que é SASE e por que esse modelo está ganhando espaço?

Para responder à complexidade do ambiente corporativo moderno, o Gartner introduziu o conceito de SASE (Secure Access Service Edge). Trata-se de uma arquitetura inovadora que une serviços de rede de longa distância (SD-WAN) e segurança de ponta diretamente na nuvem. Em vez de depender de equipamentos físicos (hardware) empilhados no data center da empresa, o SASE entrega conectividade e proteção avançada como um serviço unificado, acessível a partir de qualquer ponto do globo.

A grande revolução do SASE está na convergência entre rede e segurança. Historicamente, conectividade e cibersegurança eram geridas por equipes, ferramentas e políticas totalmente separadas, o que gerava atritos operacionais e lacunas de visibilidade. Ao integrar essas duas frentes em uma única plataforma em nuvem, as empresas reduzem drasticamente a complexidade da infraestrutura, otimizam recursos e ganham eficiência na gestão.

Nesse modelo, a segurança passa a ser baseada em identidade, contexto e políticas minuciosas. O acesso a um recurso da empresa não é mais concedido apenas porque o usuário possui uma senha válida. O SASE analisa continuamente múltiplos fatores em tempo real, como:

  • Identidade confirmada do usuário;
  • Estado de postura e segurança do dispositivo;
  • Localização geográfica e horário do acesso;
  • Nível de sensibilidade do dado ou aplicação solicitada.

Essa dinâmica está intrinsecamente ligada ao conceito de Zero Trust (“Nunca confie, sempre verifique”). Sob a abordagem Zero Trust do SASE, nenhum usuário ou dispositivo recebe confiança implícita por padrão, eliminando a movimentação lateral indevida na rede.

Para viabilizar essa transformação na prática, a GoUp alia sua sólida experiência de mercado à tecnologia de ponta da CloudBrink. Diferente das abordagens legadas, a CloudBrink redefiniu o conceito de SASE ao criar uma solução de acesso dinâmico de altíssimo desempenho, projetada especificamente para o trabalhador moderno.

Ao utilizar inteligência artificial e conectividade de borda (Edge Native), a CloudBrink supera os gargalos tradicionais da VPN, garantindo até 30 vezes mais velocidade e performance no acesso a sistemas e aplicações em nuvem, sem abrir mão de uma proteção Zero Trust extremamente rigorosa. É a combinação perfeita entre segurança inegociável e produtividade sem interrupções.

VPN x SASE: quais são as principais diferenças?

VPNSASE
Modelo de acessoFunciona no modelo Network-Centric (centrado na rede). Ela conecta o dispositivo diretamente à rede corporativa, concedendo um IP interno e uma ponte de entrada irrestrita ao ambiente local.Adota o modelo Identity-Centric (centrado na identidade). O acesso é concedido diretamente à aplicação específica necessária para o trabalho, sem nunca expor a rede como um todo.
SegurançaAplica uma verificação pontual no momento do login e assume “confiança implícita” após a conexão. Se uma credencial for comprometida, o invasor ganha livre trânsito para movimentação lateral.Operacionaliza o conceito Zero Trust (“Nunca confie, sempre verifique”). A segurança é contínua e baseada no contexto do usuário, do dispositivo e da localização, bloqueando acessos não autorizados em tempo real.
DesempenhoDepende do redirecionamento do tráfego para a sede física (hairpinning), gerando alta latência e instabilidade, especialmente para ferramentas em nuvem e videoconferências.Utiliza PoPs (Points of Presence) e computação de borda (edge) distribuídos globalmente. O tráfego do usuário vai direto para a nuvem de forma otimizada, garantindo menor latência.
EscalabilidadeLimitada pelo hardware do data center. Para suportar mais conexões simultâneas, a empresa precisa investir em mais equipamentos, licenças e largura de banda na matriz.100% nativo da nuvem e altamente elástico. O provisionamento de novos acessos é instantâneo e ilimitado, acompanhando o crescimento da empresa de forma transparente.
Gestão e visibilidadeExige o gerenciamento descentralizado de múltiplos appliances, firewalls e servidores de acesso, o que cria pontos cegos e aumenta a sobrecarga da equipe de TI.Oferece um painel único e centralizado na nuvem. A TI ganha visibilidade completa e em tempo real de todo o tráfego, usuários, aplicações e postura de segurança dos dispositivos.
Experiência de usuárioExige intervenção manual constante (abrir o cliente, conectar, reconectar em quedas de sinal), além de causar lentidão na navegação diária do colaborador.Conexão fluida e imperceptível. O agente de acesso trabalha em segundo plano de forma inteligente, ajustando a rota de dados para entregar máxima velocidade.
Adequação para ambientes em nuvem e trabalho híbridoProjetada para uma era legada de servidores locais e escritórios físicos. Torna-se um obstáculo em estratégias cloud-first e equipes distribuídas.Desenvolvida sob medida para a era da nuvem, do trabalho híbrido e do acesso remoto ilimitado, unindo máxima proteção e produtividade.

SASE substitui completamente a VPN?

A transição para arquiteturas mais modernas frequentemente gera uma dúvida crucial entre gestores de tecnologia e executivos: o SASE veio para extinguir completamente a VPN? A resposta curta é: no longo prazo, sim para a maioria dos casos de uso de acesso remoto, mas não necessariamente de forma abrupta.

Compreender o papel de cada tecnologia ajuda a alinhar expectativas e planejar o investimento de TI de forma inteligente.

Quando a VPN ainda pode ser adequada

A VPN tradicional não se tornou inútil da noite para o dia. Ela ainda pode atender pontualmente a cenários de baixa complexidade, tais como:

  • Organizações de pequeno porte com operação 100% presencial e pouquíssimos acessos externos;
  • Conexões estáticas e dedicadas ponto a ponto (Site-to-Site) entre dois data centers físicos fixos;
  • Infraestruturas legadas que não possuem integração com APIs ou identidades baseadas em nuvem.

Quando a empresa deve considerar uma evolução

Por outro lado, se a sua organização possui equipes em modelo híbrido ou remoto, utiliza sistemas em nuvem (SaaS/IaaS) e precisa garantir conformidade com regulamentações rígidas de proteção de dados, manter a VPN como principal pilar de acesso torna-se um risco operacional e financeiro. O modelo SASE passa a ser indispensável para sustentar a escala e a segurança do negócio.

Por que a migração não precisa acontecer de forma imediata

Substituir a infraestrutura de acesso não exige uma abordagem radical do tipo “desligar uma chave e ligar outra”. A migração para o SASE pode, e deve, ocorrer de maneira gradual e planejada. É plenamente viável iniciar a adoção protegendo primeiro os usuários remotos mais críticos ou as aplicações em nuvem de maior prioridade, convivendo temporariamente com a VPN em ambientes legados isolados.

Como avaliar a maturidade da infraestrutura atual

Para determinar o momento certo de evoluir, a liderança de TI deve analisar a maturidade atual da empresa: qual é o volume de tráfego direcionado para a nuvem? Qual o nível de insatisfação dos usuários com a velocidade do acesso? A equipe de segurança possui visibilidade total sobre o comportamento dos dispositivos fora do escritório? Responder a essas perguntas indicará com clareza a urgência de migrar para uma solução de borda como o SASE.

Como saber se sua empresa já precisa ir além da VPN?

Muitas empresas continuam utilizando a VPN simplesmente por hábito ou por acreditarem que a solução ainda atende às exigências do negócio. No entanto, o desalinhamento entre a infraestrutura antiga e a realidade operacional moderna gera sinais claros de desgaste. Identificar esses sintomas precocemente é fundamental para evitar brechas de segurança, perdas financeiras e queda na produtividade.

Abaixo, destacamos os principais indícios de que sua organização atingiu o limite da VPN e precisa evoluir:

  • Crescimento acelerado do trabalho remoto e híbrido: Quando a proporção de colaboradores fora do escritório ultrapassa a capacidade original planejada para o servidor de VPN, o sistema começa a gargalar, exigindo investimentos contínuos e dispendiosos em hardware.
  • Lentidão extrema e instabilidade no acesso: Queixas frequentes da equipe sobre lentidão no carregamento de sistemas, quedas constantes durante chamadas de vídeo ou demoras excessivas na transferência de arquivos são reflexos diretos do desvio de tráfego (hairpinning) forçado pela VPN.
  • Uso intenso de aplicações em nuvem: Se a sua empresa utiliza massivamente ferramentas como Microsoft 365, Google Workspace, Salesforce, AWS ou Azure, redirecionar esse tráfego para a matriz física antes de enviá-lo à nuvem não faz sentido estratégico nem financeiro.
  • Dificuldade para controlar e granularizar acessos: A incapacidade de limitar o que cada colaborador ou parceiro externo pode visualizar na rede ao se conectar cria um risco inaceitável. Na VPN, a permissão tende a ser no modelo “tudo ou nada”.
  • Falta de visibilidade sobre usuários e dispositivos: Impossibilidade de monitorar, em tempo real, quais dispositivos estão conectados, a postura de segurança dessas máquinas e de onde os acessos estão sendo realizados.
  • Aumento perigoso da superfície de ataque: A infraestrutura de VPN expõe portas públicas na internet que são varridas constantemente por cibercriminosos em busca de vulnerabilidades não corrigidas.

Se a sua gestão identifica dois ou mais desses cenários na rotina da empresa, é um sinal claro de que a arquitetura de acesso atual está freando o crescimento e colocando o negócio em risco.

Como uma solução SASE pode transformar a segurança e o acesso corporativo?

Adotar uma arquitetura SASE vai muito além de apenas atualizar uma ferramenta de rede; trata-se de um salto estratégico na maturidade digital e na postura defensiva da organização. Ao unificar conectividade e proteção avançada na nuvem, o modelo transforma a forma como a empresa viabiliza a produtividade de suas equipes e protege seus ativos mais valiosos.

Abaixo, destacamos os principais pilares de transformação que o SASE proporciona ao ambiente empresarial:

  • Acesso seguro de qualquer lugar: A segurança deixa de ser um local físico e passa a acompanhar o colaborador onde quer que ele esteja. Seja em casa, em trânsito ou no escritório, o usuário conecta-se diretamente à nuvem com criptografia de ponta a ponta e inspecção de tráfego contínua.
  • Aplicação de políticas de segurança de forma centralizada: A equipe de TI elimina a necessidade de configurar individualmente múltiplos firewalls ou servidores locais. Por meio de uma única plataforma em nuvem, é possível definir regras globais de acesso, controle de dados e prevenção contra ameaças que entram em vigor instantaneamente em toda a empresa.
  • Maior controle e visibilidade sobre usuários e aplicações: Com o SASE, a gestão de TI ganha monitoramento granular em tempo real. Torna-se simples identificar quem está acessando qual sistema, a partir de qual dispositivo e em qual contexto, aplicando o conceito Zero Trust para limitar o acesso estritamente ao necessário.
  • Redução drástica da complexidade da infraestrutura: Ao substituir appliances físicos e múltiplos softwares legados por uma solução unificada na nuvem, a empresa reduz custos de manutenção, simplifica a rotina da equipe de tecnologia e elimina gargalos de desempenho.
  • Segurança alinhada às necessidades do negócio: Em vez de ser um obstáculo que causa lentidão, a cibersegurança passa a atuar como um habilitador de negócios, garantindo escalabilidade rápida, suporte eficiente ao trabalho híbrido e proteção contínua contra ataques cibernéticos sofisticados.

Com essa abordagem moderna, as organizações conseguem aliar alta performance operacional à máxima proteção, garantindo a continuidade e a resiliência do negócio.

VPN ou SASE: qual é o melhor caminho para a sua empresa?

Tomar a decisão entre manter a VPN tradicional ou evoluir para uma arquitetura SASE não deve ser encarado como uma simples escolha de software, mas sim como um direcionamento estratégico de negócios. A escolha ideal depende diretamente da maturidade tecnológica, do modelo de trabalho adotado e dos objetivos de crescimento da sua organização.

Para orientar essa escolha com precisão, a liderança de TI e os executivos devem analisar critérios fundamentais:

  • Segurança: Se a empresa precisa proteger dados sensíveis em múltiplos ambientes de nuvem, aplicar políticas rígidas de Zero Trust e evitar a movimentação lateral de ameaças, o SASE é o único modelo capaz de oferecer essa proteção granular contínua.
  • Desempenho e experiência do usuário: Para equipes que sofrem com instabilidade, latência e lentidão ao acessar sistemas corporativos e ferramentas SaaS, o SASE elimina os gargalos de tráfego e entrega uma navegação fluida e de altíssima velocidade.
  • Escalabilidade: Se o plano da empresa envolve expansão rápida, contratação de profissionais em diferentes regiões ou consolidação do trabalho híbrido, a elasticidade nativa da nuvem do SASE supera completamente a limitação física dos equipamentos de VPN.

A chave para o sucesso dessa transição está em fugir de abordagens genéricas. Cada infraestrutura possui particularidades, sistemas legados e fluxos de trabalho únicos. Por isso, a importância de uma análise personalizada torna-se indispensável.

Avaliar o cenário atual ao lado de especialistas em cibersegurança permite mapear os riscos reais, mensurar o retorno sobre o investimento e estruturar um plano de migração gradual, garantindo inovação sem impactos na operação diária.

Conclusão: evoluir o acesso sem comprometer a segurança

Garantir a segurança da informação e a eficiência operacional tornou-se um dos maiores desafios estratégicos para líderes de tecnologia e executivos no cenário corporativo atual. Como vimos ao longo deste artigo, a VPN desempenhou um papel fundamental no apoio à conectividade remota por muitos anos. No entanto, o avanço do trabalho híbrido, a migração massiva de sistemas para a nuvem e a sofisticação constante das ameaças cibernéticas evidenciam que focar a proteção exclusivamente no perímetro tradicional já não é suficiente para sustentar a competitividade e a resiliência dos negócios.

Evoluir a infraestrutura de acesso não significa abandonar investimentos passados de forma precipitada, mas sim alinhar a arquitetura de cibersegurança à realidade dinâmica do ambiente de trabalho moderno. O modelo SASE surge justamente como a resposta para essa transformação, integrando conectividade inteligente e proteção contínua baseada em Zero Trust diretamente na nuvem. Com essa abordagem, a empresa elimina gargalos de desempenho, reduz a complexidade de gestão da TI e garante controle absoluto sobre quem acessa cada aplicação corporativa.

O caminho para uma segurança robusta e de alta performance não precisa ser complexo. Contar com parcerias estratégicas e tecnologias de ponta, como as soluções viabilizadas pela GoUp e CloudBrink, permite que sua organização faça essa transição de maneira planejada, segura e sem qualquer interrupção nas rotinas produtivas. A pergunta crucial que fica para a liderança não é se a sua infraestrutura precisará evoluir, mas sim se a sua empresa estará devidamente protegida quando o próximo desafio surgir.

A hora de modernizar o acesso corporativo e fortalecer a postura de segurança da sua empresa é agora. Entre em contato com os especialistas da GoUp e descubra como transformar a conectividade e a proteção do seu negócio com soluções SASE sob medida para o seu cenário.

Ficou com alguma dúvida? Gostaria de entender mais como manter um acesso remoto seguro? ou como fortalecer mais a segurança digital da sua empresa? Entre em contato com a GoUp, estamos prontos para te ajudar.

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